História e Património das "Terras de Algodres"
(concelho de Fornos de Algodres)
ed. Nuno Soares
Contacto: algodrense(at)sapo.pt
Quinta-feira, 19 de Maio de 2005
Algodres - História e Património

O Algodres 2.JPG


"O Algodres"


(uma síntese para o visitante)


As “Terras de Algodres” (concelho de Fornos de Algodres) são conhecidas pelo seu rico património arqueológico, arquitectónico e artístico, que será seguramente um dos motores do desenvolvimento sustentável deste concelho do interior beirão.  A exposição permanente do CIHAFA e o roteiro arqueológico implantado no terreno, permitem ao visitante conhecer a evolução do povoamento da região, desde o Neolítico até à actualidade, passando por sítios tão emblemáticos como as antas da Matança e de Cortiçô, o “Castro de Santiago”, a “Fraga da Pena”, o “Castelo de Queiriz”, as necrópoles medievais das Forcadas e de Vila Ruiva e muitos outros que estão devidamente referenciados e assinalados (1).


 


No centro do concelho, numa localização privilegiada (2), encontra-se a aldeia de Algodres, que desde tempos imemoriais dá o nome a toda a região.


 


Algodres continua incompreensivelmente a aguardar lhe seja reconhecido o merecido título de “Aldeia Histórica”, que seria de capital importância para o desenvolvimento local e para a preservação da identidade e do património cultural multissecular que conserva.


 


Dos aspectos mais relevantes da sua história e património, apresentamos seguidamente uma breve síntese, destinada ao visitante interessado e à crítica dos que a queiram corrigir ou melhorar, desde logo por correspondência enviada a este blog.


 


O topónimo Algodres, hoje de obscuro sentido, certifica a antiguidade do povoamento.  Segundo a interpretação mais plausível, de José Pedro Machado (3), terá origem árabe, derivando de “al godor”, plural de “gadir”, palavra que significa lagoa ou ribeiro. E cursos de água não faltam no planalto de Algodres, chamando-se ainda hoje “Alagoas” uma das bolsas de terras mais férteis e irrigadas da freguesia.


 


A primeira ocupação do território da actual freguesia remontará ao Neolítico inicial. Na “Quinta da Assentada”, no limite das freguesias de Algodres e Infias, foi recentemente escavada uma estação desse período, que revelou também uma ocupação posterior, enquadrável num momento final do Calcolítico (VALERA, 2002-2003).


 


No núcleo histórico da aldeia, os vestígios mais antigos encontrados datam da época romana.  Alguns achados estão expostos no CIHAFA, com destaque para uma ara anepígrafa (4). Em recentes escavações na Praça de Algodres e ruas adjacentes (Maio de 2000 – Janeiro de 2001), dirigidas pela arqueóloga Alexandra Soares, foram encontrados diversos materiais atribuíveis a essa época, designadamente restos de estruturas, tegullae, sigillatas hispânicas tardias, cerâmica comum e diversas moedas do século IV (5). No lugar do Furtado, na capela de S. Clemente, existe ainda uma ara votiva, do séc. III ou posterior, dedicada a uma divindade indígena (6).


 


Para os períodos imediatamente posteriores, a informação disponível é quase nula e só se conhecem novos indícios de povoamento a partir da época da Reconquista.


 


Nas escavações de 2000-2001, foi intervencionada uma extensa necrópole, com um primeiro momento de utilização provisoriamente enquadrado pela responsável entre os séculos X – XIII (7). Julgamos que os sarcófagos não antropomórficos encontrados junto à Igreja Matriz (um dos quais se encontra reutilizado nas fundações da parede Sul do templo), a não serem mais antigos, serão também enquadráveis neste período (séculos IX – XI ?).


 


Desde o século XII, Algodres aparece como vila e cabeça de um vasto concelho, que englobava no seu termo as actuais freguesias de Algodres, Casal Vasco, Ramirão, Cortiçô, Vila Chã, Muxagata, Maceira, Sobral Pichorro e Fuínhas.  Exercia também, em alguns domínios, supremacia administrativa sobre os vizinhos concelhos de Fornos, Infias, Matança e  Figueiró da Granja (8).


 


As Inquirições de D. Afonso III (de 1258) (9) documentam que a “terra” de Algodres recebeu de “Donnus S. Menendi” uma carta de povoação, em data que não se indica, mas que será seguramente anterior a 1169. Nesse ano, o primeiro foral de Linhares, dado por D. Afonso Henriques, já delimitava o termo daquele concelho, por reporte ao de Algodres, da seguinte forma: “os vossos termos são estes: (...) e da terceira parte, como parte pelo Mondego com Algodres” (10). 


 


No reinado de D. Sancho I, a importância regional do concelho de Algodres é realçada  pelas crónicas que relatam a participação dos seus homens de armas, juntamente com os de Celorico, Linhares, Trancoso e Guarda, numa batalha travada com as tropas de Afonso IX, rei de Leão, que tinham invadido a Beira (11).


 


Ainda segundo as  Inquirições de 1258, D. Sancho II alterou os foros fixados na primitiva carta de D. Soeiro Mendes, convertendo-os em prestações monetárias.


 


Posteriormente, D. Dinis (em 1311) e D. Manuel I (em 1514) deram novos forais ao concelho (12).


 


Na primeira metade do século XVI, o senhorio de Algodres foi concedido a D. António de Noronha,  Escrivão da Puridade dos reis D. Manuel I e D. João III,  que veio a ser agraciado com o título de Conde de Linhares. Após a Restauração de 1640, tendo o 4º. Conde de Linhares permanecido fiel ao rei de Espanha, o senhorio de Algodres reverteu para a Coroa, tendo sido posteriormente atribuído à Casa do Infantado.


 


Em Setembro de 1810, a 3a. Invasão Francesa passou pelo concelho, tendo deixado em Algodres um rasto de grande violência, de que dá testemunho um relato então lavrado pelo Vigário de Algodres, que refere a prática de roubos, agressões, incêndio de casas, profanação das igrejas, violações e diversos homicídios (13).


 


O concelho de Algodres foi extinto em 1836 e integrado no novo concelho de Fornos de Algodres (14).


 


 


Património arquitectónico e artístico  (15)


 


A Igreja Matriz de Algodres é o monumento mais antigo da aldeia. A actual construção, que terá sucedido a outras anteriores, datará do século XII e foi sucessivamente alterada desde então.  De raíz românica, conserva o portal axial original, em arco ligeiramente apontado, assente sobre duas rudes colunas, numa das quais se encontram gravadas as medidas padrão do côvado e da vara vigentes no concelho. O campanário de três ventanas que remata a fachada principal data do século XVIII.  Na fachada posterior, está embutido um notável relevo, figurando o busto de um homem, popularmente conhecido como “o Algodres” e tido pelo fundador da povoação.  Trata-se, a n/ ver, de uma escultura de filiação românica, possivelmente coeva da construção inicial do templo, que parece representar um homem de religião, envergando um hábito monástico.  No interior da igreja, merecem especial referência os frontais dos altares laterais, decorados com azulejos de aresta hispano-mouriscos (s. XVI), o altar-mor em talha dourada (no qual se destacam duas excelentes pinturas, representando o baptismo de Cristo e S. Pedro) e o tecto em caixotões (ambos do séc. XVIII).


 


Na praça contígua, domina o Pelourinho (s. XVI), um dos mais imponentes e elegantes no seu género. Trata-se de um pelourinho “de gaiola”, que tem como particularidades notáveis a coluna de fuste octogonal com cerca de 5,5 m., construída numa única pedra, o fino lavor do capitel e dos colunelos da gaiola - decorados com pequenas meias esferas - e os restos dos “ferros de sujeição” que ainda conserva.  À entrada da praça pode ver-se uma casa com uma janela quinhentista, igualmente decorada com meias esferas.


 


Nas traseiras da Matriz encontra-se a Igreja da Misericórdia, que uma tradição arreigada afirma ter sido construída no local e com pedras do antigo Castelo (o que até hoje não foi possível confirmar). É plausível que uma povoação com a importância de Algodres tenha tido um reduto defensivo, desde os tempos problemáticos da Reconquista, a exemplo de outros que se conhecem na região (alguns até em locais posteriormente despovoados). Porém, estando situada à ilharga das principais vias de comunicação N/S e E/O, Algodres nunca terá tido relevo estratégico que motivasse o investimento em fortificações de vulto.  A Misericórdia foi fundada em 1621, conjecturando-se que o templo tenha sido edificado entre os séculos XVII - XVIII. Tem adossado o edifício da Santa Casa da Misericórdia que comunica com o interior da igreja por uma tribuna (o “balcão dos mesários”). Possui um curioso púlpito exterior, conhecido como “Varanda de Pilatos”. No interior merecem destaque a imagem em madeira articulada do Senhor da Cama e um rico políptico do século XVII, tendo ao centro Nossa Senhora das Misericórdias, no qual José Hermano Saraiva quer ver, anacronicamente, um retrato da 2a. Condessa de Linhares, D. Violante de Andrade (16).  No largo fronteiro à Misericórdia está implantado um Cruzeiro, de cruz trilobada, que será contemporâneo da construção daquela igreja.  Associados à Misericórdia, existem espalhados pela povoação seis nichos em pedra, nos quais são colocados painéis representando a paixão de Cristo, nas cerimónias litúrgicas da Páscoa.  O percurso que definem culmina no Calvário (que inclui a Capela da Senhora do Pé da Cruz), no Alto de S. João, um recinto belíssimo, povoado por cedros seculares, infelizmente descaracterizado pela adaptação a “salão de festas” da freguesia.


 


Vale também a pena conhecer o edifício dos Paços do Concelho, Tribunal e Cadeia, que terá sucedido ao que primitivamente se localizava na Praça e que dá ideia da importância que o concelho alcançou.  Este edifício foi, depois, por algum tempo, solar da família Osório de Castro, o que explica o brasão que hoje ostenta.  Uma outra casa, situada no Largo da Nogueira, conserva também um brasão da mesma família. 


 


Vejam-se, noutra residência senhorial, outrora da família Camelo Forte, duas janelas de avental, provavelmente seiscentistas e, na cerca anexa, a torre romântica do “Mirante”.


 


Depois de conhecidos estes ex-libris da terra, perca-se o visitante nas graníticas ruas da aldeia, no prazer da descoberta de recantos e outras memórias do passado, que seria impossível aqui registar.


 


Notas:


1 – (VALERA, 1993); v. também a página internet da CMFA.




2 – V. a entrada “Um blog sobre quê...?”, de 2005-05-18.


3 – (MACHADO, 2003, vol. I, p. 97).


4 – (GOMES, 1988).


5 – (SOARES e CARDOSO, 2003, s/d)


6 – (CURADO, 1986) e (ALARCÃO, 1989, p. 309).


7 - (SOARES e CARDOSO, s/d).


8 – (MARQUES, 1938, pp. 15 - 17).


9 – Cf. PMH-INQ.


10 – (MOREIRA, 1980, pp. 48 - 55).


11 – (RODRIGUES, 1979, pp. 64 - 69), (MARQUES, 1938, pp. 190 - 191).


12 – (MARQUES, 1938, pp. 286 - 287).


13 – (MARQUES, 1938, pp. 196 - 199).


14- (MARQUES, 1938, pp. 95 - 99).


15 – V., em especial: (CONCEIÇÃO, 1992a, 1992b), (DIONÍSIO, 1985), (FIGUEIREDO, 2004), (LEMOS, s/d a), (MARQUES, 1938), (REAL, 1949), (RODRIGUES, s/d) e (SOUSA, 1998).


16 – Cf. (SARAIVA, 1994) e a crítica de (LEMOS, s/d a).


 


Bibliografia e abreviaturas:  v. entradas de 2005-05-09.



publicado por algodrense às 06:09
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8 comentários:
De Nuno Soares a 9 de Agosto de 2007 às 19:22
Nota: Em 2007-08-08, foi publicada uma actualização desta entrada, aqui: http://algodres.blogs.sapo.pt/arquivo/1073839.html e aqui: http://algodres.blogs.sapo.pt/arquivo/1073841.html


De Nuno Soares a 27 de Junho de 2005 às 06:29
Caro Albino Cardoso:
Mais uma vez, muito obrigado pelos seus comentários. Tudo indica, como diz, que Algodres era de facto o concelho mais importante destas terras e o seu "centro administrativo". Creio que Fornos e Infias já seriam habitadas no séc. XII, mas não conheço provas de que então já fossem concelho.
Cumprimentos do,


De al cardoso a 27 de Junho de 2005 às 05:35
Caro Nuno Soares: pelo que vejo ambos concordamos que Algodres era o concelho mais importante desta regiao ja em fins do seculo xii, quer pelo tamanho do seu termo quer pela influencia que exerceu sobre os outros concelhos que mais tarde se formaram, ex. Fornos, Matanca,Infias e Figeiro da Granja (creio que estarei certo com a forma como os coloquei pela sua fundacao)pois tanto Fornos como Infias nao se lhes conhecendo nenhum foral, sempre se regularam pelos de Algodres, a Matanca era sede de uma companhia de ordenancas mas estava soburdinada a capitania mor de Algodres o mesmo se aplica a Figueiro da Granja, mas alem disso tinha os registos prediais nessa antiga vila, o que ajuda a concluir que o termo, antes da formacao do concelho era uno. a unica duvida que tenho e se os concelhos de Fornos e de Infias ja existiam no seculo xii, eu creio que nao, que pensa o meu amigo? saudacoes amigas. al cardoso.


De Nuno Soares a 26 de Junho de 2005 às 19:20
Caro Albino Cardoso:
Este texto é uma tentativa de síntese, muito resumida, que em muitos aspectos carece de ser desenvolvida e fundamentada com mais detalhe - havendo tempo – e de preferência com contributos de interessados como o meu amigo. Quanto ao termo de Algodres, parece certo que não integrava a actual freguesia de Queiriz (incl. Casal do Monte, que foi concelho) ou as terras de além Mondego: Juncais e Vila Ruiva, que eram de Linhares. Nas Inquirições de 1258 e nos documentos posteriores que conheço, Fornos, Infias e Matança são referidas, mas não aparecem integradas no termo de Algodres. O facto de o primeiro foral de Linhares referir que a “fronteira” com Algodres era feita pelo Mondego é deveras importante para esclarecer os limites do termo inicial de Algodres. Como diz no seu anterior comentário, uma das hipóteses explicativas para essa menção poderia implicar que Fornos e/ou Figueiró integravam esse termo. Com os dados de que disponho neste momento, creio que só poderemos afirmar, com alguma segurança, que Figueiró da Granja pertencia inicialmente ao termo de Algodres. Nas Inquirições de 1258, depois de se referir que Figueiró era então um couto do mosteiro de S. João de Tarouca, diz-se também que pertencia ao termo de Algodres, ao contrário de Fornos: “Et isti omnes dicunt quod Figueyroo est de termino de Algodres, et Algodres et Fornos habent terminos per se partitos.” (PMH-INQ, p. 791).
Cordiais cumprimentos do,
Nuno Soares


De al cardoso a 23 de Junho de 2005 às 06:41
Pelo que podemos depreender do foral de Linhares de 1169, ja nessa altura existia a "Terra de Algodres" que provavelmente seria ja concelho e que confrontava com os limites de Linhares pelo rio Mondego, isso demostra que nessa altura o termo de Algodres abrangia o territorio do que foi mais tarde os antigos concelhos de Figueiro da Granja e de Fornos pelo menos. Sabe-se que D. Afonso Henriques concedeu carta de Couto e demarcou os limites da Granja da Figairola em 1170 em beneficio do convento de S. Joao de Tarouca, no entanto eram unicamente direitos de propriedade, pois sabemos que continuou a exercer-se nessa granja a jurisdiscao real atravez das justicas de Algodres e so em 1440 por alvara de D. Afonso v Figueiro foi constituida vila e concelho com suas proprias justicas.Quanto a Fornos pelas inquiricoes de 1258 se ve que ja era reguengo e concelho, mas nao se sabe desde quando, a sua igreja ja existia em 1170 e era ai que recebiam os sacramentos os habitantes da Granja da Figairola e provavelmente os de Infias mas nessa altura estava incluida no termo de Algodres, creio que tambem o estariam Enfiaens (Infias)que nao se sabe desde quando passou a concelho e Matanca, pois so em 1311 D. Afonso III lhe concedeu foral. daqui se depreende que em principios da nacionalidade o concelho ou "Terra de Algodres" abrangia tudo o agora e o concelho de Fornos de Algodres com a excepcao da freguesia de Queiriz que estava incluida no termo de Penaverde.


De albino cardoso a 22 de Junho de 2005 às 05:13
Caro Nuno Soares: Eu consegui essa informacao acidentalmente quando estudava os brasoes e as familias da nossa regiao, no portal: http://genealogia.sapo.pt, essa informacao esta esta na seccao basica, provavelmente podera conseguir mais informacao na seccao avancada, boa sorte.


De Nuno Soares a 21 de Junho de 2005 às 09:54
Caro Albino Cardoso:
Desconheço que os Cáceres tenham sido senhores de Algodres. Pode indicar-nos a fonte dessa informação? Teria o maior interesse (a propósito: notável solar o de Casal Vasco; pena estar tão abandonado).
O D. Soeiro Mendes, do séc. XII, possivelmente nada terá a ver com essa família. Mendes era então um patronímico muito comum. Como talvez aqui escreverei com mais detalhe um destes dias, creio que o dito D. Soeiro terá sido, provavelmente, como alvitra a GEPB, vol. 38, um D. Soeiro Mendes que em tempos de D. Afonso Henriques aparece documentado como "tenente" desta região. Outra hipótese, cronologicamente anterior, é ter sido o fidalgo D. Soeiro Mendes que administrou o Condado Portucalense na ausência do Conde D. Henrique.
Muito obrigado pela sua colaboração. Uma das grandes virtudes dos blogs é esta quase instantânea troca de informações. Mande sempre!
Cordiais saudações do,
Nuno Soares


De albino cardoso a 21 de Junho de 2005 às 07:39
Antes dos condes de Linhares terem sido senhores de Algodres, ja o tinham sido pelo menos desde os fins do seculo xiv os Caceres com solar na freguesia de Casal Vasco. Por essa altura era senhor de Algodres: Alvaro Mendes de Caceres (nao seria descendente de D. Soeiro Mendes que concedeu a primeira carta de foral a Terra de Algodres?)com a sua morte passou o senhorio para seu filho, Luis Mendes de Caceres que casou em 1400 com Luisa Coutinho, prosseguiu com um filho destes com o mesmo nome do pai, que casou com Isabel de Melo e faleceu em 1430. Nao consegui mais informacao depois destes mas creio que o senhorio continuou nesta familia ate ao principio do seculo xvi, por essa altura e nao havendo descendente directo passaram os bens desta familia para a Casa da Insua e os fidalgos desta casa passaram a usar o nome de: Caceres.


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